sexta-feira, 1 de abril de 2011

O eu que não sou


Cada novo dia que surge, é uma surpresa para nós, não sabemos o que vai ocorrer durante o mesmo, mas sempre pensamos que ele vai ser bom, basta acreditar.  Sou uma pessoa otimista sempre procuro ver o lado positivo das coisas, e busco sempre ver o lado bom das pessoas, geralmente eu não costumo ver muito a ‘maldade’ dos indivíduos apesar de saber que eles - e não me excluo disso- possuem seu lado ‘mau’.
Pensar que todo mundo vai ser sempre bom, é um equivoco, é na verdade uma ilusão, assim como pensar que as pessoas nunca irão nos decepcionar ou nos magoar, porque elas irão, mais cedo ou mais tarde, pode acreditar que sim!  Costumamos ter muitas expectativas, imaginar, idealizar, esperar algo surreal do outro, não sei bem o porquê, mas isso ocorre, e não deveria. È, não deveria porque depois é pior! É ruim, você pensa uma coisa e na verdade é outra, você crer que sabia exatamente uma algo em relação a alguém e depois tudo mudar, como em um truque de magia.
As pessoas não são tão boas assim, isso é indiscutível, eu mesmo sou má, chego até a me odiar às vezes, odiar qualquer um de vocês é mais fácil ainda, mas não me orgulho disso, pois sei que isso não é bom, afinal, não fomos criados com esse propósito, nascemos para amar, só o amor transforma as pessoas, e eu acredito no amor (ainda) e também nessa transformação. (otimista demais não?!)
Eu queria do fundo do coração, ser um pouco mais dura sabe?! Ver a tal da maldade das pessoas, e poder exercer a minha de forma mais eficiente e eficaz, entretanto, por mais que eu tente não consigo (ainda), talvez isso quebrasse um pouco o encanto de ser a pessoa feliz e sorridente, ingênua e meiga que a maioria crer que eu seja, e aí se tudo isso de fato se perdesse, eu não seria mais eu.

Bjs, 
Nayran Mendes.

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