quinta-feira, 26 de maio de 2011

O grito



La fora cai à chuva que rega o campo,
mas aqui dentro permanece o pranto,
que deságua em meu ser todo esse pesar que é viver...
O brado da alma é ouvido ao longe,
 e nem mesmo as fortes gotas da chuva podem abafá-lo.
Pobre alma, grita desesperada,
 e vive a mercê de alguém que a escute...
Em vão se ilude!
As horas passam...
 O dia passa...
Só essa dor que ultrapassa.

Bjos, 
Nayran Mendes.

2 comentários:

André disse...

esse é o estado emocional de muitas pessoas hoje, mas que infelizmente muitos não conseguem expressar em palavras como vc consegue,parabéns por mais um poema nayranzinha, sou teu fã!

Daniel disse...

Lindo como sempre. Tanto o poema quanto vc. :) Adoro-te, Florzinha!