Mostrando postagens com marcador FIM. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador FIM. Mostrar todas as postagens

segunda-feira, 12 de dezembro de 2011

The End

19:43 0 Comments

Eu não te perdi, mas você sim.
Você nunca foi meu
apesar d’eu ter sido sempre e inteiramente sua
porém, agora não mais. 
Sendo assim, eu volto a afirmar:
Você me perdeu!
É eu sei que nunca tive você,
Você nunca me pertenceu
E eu não o perdi, afinal, não ninguém perde o que nunca teve.
Agora sou um vento só
Que sopra em direção contrária a sua,
Que passa em qualquer lado que não seja ao seu
Um sol que desperta a cada manhã e ilumina um coração que não mais será o seu
Que transmite alegria, que invade a vida, mas que não é a sua...
Não é!
Foi, e agora não é!
Você já não é...
Ou melhor, você nada é!

Nayran Mendes.
(Texto Registrado. Mencione minha autoria)

terça-feira, 6 de dezembro de 2011

Homicídio doloso

12:25 2 Comments
Cometi um assassinato
Matei você e foi por querer
Um ato cruel e com total intenção de libertar meu coração
Matei você!
Destruí seu corpo, ocultei o cadáver
Um crime perfeito!
Sem vestígios, sem prestígio, sem piedade e com toda vontade...
Vontade de liberdade!
Liberdade de você, desse teu cheiro amadeirado, desse teu jeito largado, desse teu som desafinado, desse teu cabelo desajeitado, desse teu sorriso aluado...
Estou livre!
Já cumpri minha pena, ou pensavas tu que ela era perpétua?
Liberdade!
Você não me prenderá mais, afinal morto estás e muito bem enterrado.
Tipificação do crime: Homicídio doloso, mais que triplamente qualificado, com inteira e total intenção de matar você.

Nayran Mendes

(Texto Registrado. Mencione minha autoria)

sábado, 27 de agosto de 2011

Flor de Liz

19:25 0 Comments

Oh Flor de Liz! Bem eu te quis, porém o destino é quem diz... E ele não quis...
Tua raiz não a fez e nem a faria feliz...
Infeliz! 
Fizeste secar o amor e murchar a bela flor.
Pavor!
O jardim em cores gris então se transformou...
Pobre Liz! Será que há de estar por um triz?
Ah! Tem forte raiz!  Olha para cima então sorrindo diz:
Eis me pronta para germinar e noutra terra crescer forte e feliz!

Bjos, 
Nayran Mendes...
(Texto Registrado. Mencione minha autoria)

quinta-feira, 2 de junho de 2011

DesEncontro dos olhos

17:14 2 Comments


Bem perto eu estava de você, os teus olhos a brilhar e eu podia ver, eu os fixava e por um momento tentava os ler... Tudo em vão! Talvez não tivessem nada mesmo importante a dizer...
Eu continuava a fitar você, já não sei quem não era o mesmo, eu ou você... Eu conseguia sempre enxergar além de ti.  Eu costumava me encontrar em você, tu eras uma extensão de mim mesma, mas hoje, por mais incessante que tenha sido a busca por me achar em você, eu (In)felizmente não encontrei.
Afinal fostes tu ou eu que mudei? Talvez você sempre tenha sido o mesmo de hoje, mas só agora eu pude ver, que não sinto mais nada por você.


Bjos
Nayran Mendes

sexta-feira, 13 de maio de 2011

Sem mais delongas

14:17 0 Comments
Vai! Eu deixo você ir,
foi você que quis assim...
Vai! Sai pela porta e não volta mais.
Vai! Mas, vai calado, você fala demais.
Vai! Pega tuas tralhas,
pois aqui eu não as quero mais
Vai! E não olhes pra trás,
 não será em um segundo que te arrependerás
Vai! Eu não te quero mais,
 você não foi capaz...
Vai! Eu não vou voltar atrás,
agora tanto faz...
Vai! Eu não te mandarei mais! 
Já me delonguei demais.
Vai!
Eu já disse que podes ir!
 O que ainda fazes aqui?

bjos, 
Nayran Mendes.

domingo, 24 de abril de 2011

A vida continua...

11:29 2 Comments

Tal como o sereno da noite que cai levemente a molhar as flores do campo, você foi saindo da minha vida, no entanto, não imaginava eu que, tal qual um trem que desgovernado despenca ladeira, abaixo tu te acostumarias sem mim.


É, talvez tenha sido melhor assim!


Bjos,

Nayran Mendes...

sexta-feira, 18 de março de 2011

Se você não vier eu vou

00:01 0 Comments


E se eu fugisse você sairia a me procurar? E se eu já estivesse muito longe, você porventura me pediria pra voltar? E se caso eu estivesse de partida, me olharia você nos olhos dizendo me amar, implorando pra ficar?

Será?

Poderia eu ser tão crédula a ponto de acreditar?
E se eu não quisesse ficar, e meu caminho então trilhar, sozinha na estrada eu continuaria ou tu te tornarias minha companhia?
Tolice mesmo seria isso pensar!
Você não vai tentar. E eu irei embora pra não mais voltar.

bjos,
nayran mendes